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Planejamento de Disaster Recovery

Atualizado: 17 de Out de 2019

Saiba quais itens devem ser priorizados e como pensar na melhor solução para planejamento de Disaster Recovery.

 Quando se trata dos dados da sua empresa é necessário que se pense sempre em um plano B, tanto para a segurança quanto para a integridade do seu negócio, e é aí que o planejamento de Disaster Recovery entra. Como toda estratégia, o plano de recuperação exige um cronograma, mas como fazê-lo?



Confira algumas dicas da DBACLOUD.


Ainda é muito comum que as empresas pensem em um plano de recuperação só após a ocorrência de desastres e falhas, o que torna o processo mais lento e mais sujeito a causar prejuízos, além é claro dos gastos não planejados que podem se tornar um peso para a empresa.

Com o cenário de possibilidades do seu negócio em mente, é preciso montar um planejamento estratégico para situações como essa, mas primeiramente vamos ao conceito de desastre. 

A clareza no conceito é muito importante, primeiramente para identificar os itens que você priorizaria numa recuperação, pode ser uma falha no sistema, uma exclusão acidental em algum arquivo ou aplicação chave, uma invasão, sequestro de dados ou um evento físico (alagamentos, incêndios, terremotos).

 Agora, com a clareza de conceitos, faça uma lista definindo os itens que você gostaria que fossem supridos pelo provedor com relação ao Disaster Recovery e os itens que devem constar no seu plano B (de recuperação), esse processo é importante e faz toda a diferença no resultado final. Para ajudar na escolha e nos itens que devem ser observados com atenção, fizemos um check list:

Tempo de recuperação (Recovery Time Objective – RTO): é o tempo aceitável até a recuperação dos dados sem que haja maiores prejuízos caso ocorra um desastre. Esse item que possui impacto direto nos valores de uma implementação de Disaster Recovery, já que proporcional ao período de tempo será a sofisticação da tecnologia implementada, assim como o valor;Os recursos: quais são os itens que você precisa para a sua empresa e quais provedores oferecem eles;Os custos: qual o custo benefício da solução ou das soluções;Ponto de recuperação (Recovery Point Objective – RPO): é o ponto no qual as informações antes do ocorrido serão recuperadas (duas horas antes do ocorrido, por exemplo);Teste Recovery: teste que valida o funcionamento (pelo menos uma vez no ano), as configurações da sua solução;Data center remoto (dê preferência para a nuvem): é uma das estratégias principais para manter a salvo seus dados, uma vez que a cópia das informações estará fora do ambiente atingido;Backup: ele é o responsável pelo sucesso da sua recuperação, já que os dados resgatados serão aqueles obtidos no último backup;Failover: é a decisão se a transferência das informações – em caso de desastre – ocorrerão automaticamente ou manualmente, o que vale tanto para o banco de dados quanto para as infraestruturas de rede replicadas;Documentar o plano: todo planejamento e processos pensados (em especial os técnicos) para a situação de recuperação de dados devem ser documentados da melhor forma, o que também irá servir de orientação caso o procedimento tiver que ser colocado em prática. O documento também deve constar a equipe envolvida na recuperação, como se portar e dar suporte ao cliente durante um desastre.

  Ao listar os itens e documentá-los, assim como os sugeridos na lista acima, você constrói uma segurança maior para o seu negócio, mesmo quando eventos que forcem o plano de recuperação entrarem em ação, mantendo o controle de seus dados e dos dados de seus clientes.

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